O meu plano pessoal de soberania digital passa por utilizar a tecnologia de forma mais consciente, mantendo o controlo sobre o tempo, a atenção e a informação que partilho. Pretendo estabelecer limites mais claros na utilização do telemóvel e das redes sociais, evitando consultas constantes e desnecessárias e desativando notificações que não sejam realmente importantes.
Quero também separar melhor os momentos de trabalho dos momentos pessoais, evitando estar permanentemente disponível e permitindo-me estar mais presente nas atividades do dia a dia. Ao mesmo tempo, procurarei ter maior atenção à privacidade, verificando as permissões das aplicações e escolhendo, sempre que possível, serviços que respeitem melhor os meus dados.
Mais do que reduzir simplesmente o tempo de utilização da tecnologia, o meu objetivo é decidir de forma consciente quando, como e para que a utilizo. A tecnologia deve facilitar a minha vida e não ocupar a minha atenção de forma automática.
A medida que considero mais difícil de implementar é limitar a utilização das redes sociais e do telemóvel. Por um lado, existe uma pressão social e profissional para estar sempre contactável; por outro, as próprias aplicações são concebidas para incentivar a utilização frequente. Por isso, recuperar este controlo exigirá disciplina e uma mudança gradual de hábitos.