A situação escolhida é o medo de perguntar em contexto de aula ou formação. O diagnóstico é a presença de insegurança psicológica, associada ao receio de errar, ser julgado ou ficar no centro das atenções. À luz da neurociência do cuidado, esta situação pode ativar estados de alerta e dificultar a atenção, a compreensão e a participação.
Como micro-ação, proponho criar um momento breve de escuta no início ou durante a aula/formação, com a pergunta: “Onde estão na matéria?” ou “Que parte ainda não ficou clara?”, dando alguns segundos de silêncio antes de pedir respostas. Poderiam também ser permitidas respostas por escrito ou anónimas.
O indicador de sucesso seria observar maior participação, mais perguntas colocadas e menor receio em assumir dúvidas.