O caso: a aula perfeita (e vazia)
1. O que se moveu?
A curiosidade perante uma proposta diferente e desafiante despertou o interesse dos alunos, levando-os a participar de forma entusiasta e a envolverem-se numa competição saudável entre equipas.
2. O que se aprendeu?
Embora os resultados obtidos não tenham correspondido totalmente às expectativas do professor, a atividade possibilitou, em simultâneo, o desenvolvimento de outras competências igualmente ou até mais importantes, nomeadamente o trabalho em equipa, a motivação, a comunicação, a gestão do tempo e a utilização e partilha de ferramentas digitais.
3. Que relação há entre as duas coisas?
Existe uma relação direta entre o desafio proposto, a motivação dos alunos e a aprendizagem. O caráter desafiante e diferente da atividade contribuiu para aumentar o envolvimento dos alunos, criando condições para o desenvolvimento de aprendizagens e competências para além dos resultados inicialmente previstos.
Uma das melhores experiências de aprendizagem que tive como estudante foi a Pós-Graduação em Competências Digitais, que frequentei este ano.
Considero que esta experiência foi especialmente enriquecedora pelo facto de sermos um grupo constituído por várias pessoas que, inicialmente, não se conheciam, mas que partilhavam um objetivo comum e estavam disponíveis para se ajudar e apoiar mutuamente. As aulas decorreram totalmente online, com a participação e colaboração de várias universidades e de alunos com percursos pessoais e profissionais bastante diversificados.
Apesar de, inicialmente, sermos desconhecidos uns dos outros, formámos logo um grupo de trabalho que se manteve ao longo de todo o percurso académico. Optámos por continuar juntos em todas as aulas e atividades, o que nos permitiu conhecer-nos melhor, partilhar experiências, esclarecer dúvidas, ultrapassar dificuldades e apoiar-nos mutuamente.
Esta experiência foi além do contexto académico, uma vez que só nos conhecemos presencialmente na cerimónia de entrega dos certificados. Mesmo depois de terminada a Pós-Graduação, o grupo continua unido: mantemos o contacto diariamente, partilhamos ideias, informações, objetivos, experiências e até desabafos.
Para mim, esta experiência demonstra que a aprendizagem se torna mais significativa quando existe colaboração, partilha, entreajuda e um sentimento de pertença a um grupo com objetivos comuns.
Uma atividade de formação de que me orgulho aconteceu num contexto profissional anterior, quando reunia com colegas de trabalho para dinamizar momentos de formação e, simultaneamente, partilhar experiências.
O que tornava estes momentos particularmente ativos era a participação de todos. Não se tratava apenas de transmitir conhecimentos, mas sobretudo de criar um espaço onde cada pessoa pudesse partilhar as suas experiências, colocar dúvidas, expor dificuldades e apresentar diferentes formas de resolver determinadas situações.
A aprendizagem acontecia precisamente através dessas experiências e partilhas. As dúvidas colocadas pelos colegas permitiam-nos refletir em conjunto e, muitas vezes, encontrar novas respostas ou perspectivas para situações concretas do nosso dia a dia profissional.
Foi uma experiência que me mostrou que a formação pode ser muito mais enriquecedora quando existe participação ativa, diálogo e partilha de conhecimentos entre todos os envolvidos.
Não considero que tenha tido uma atividade verdadeiramente “ativa” que tenha corrido mal. Mesmo quando uma experiência não decorre exatamente como planeado ou não alcança os resultados esperados, considero que existe sempre algo que podemos retirar dela.
Cada experiência, positiva ou menos positiva, pode constituir uma oportunidade de aprendizagem, reflexão e crescimento. Os desafios e as dificuldades permitem-nos identificar o que podemos melhorar, repensar estratégias e encontrar novas formas de agir no futuro.
Por isso, prefiro encarar as experiências menos bem-sucedidas não como fracassos, mas como oportunidades para aprender e evoluir, tanto a nível pessoal como profissional.
1. O que se moveu?
A curiosidade perante uma proposta diferente e desafiante despertou o interesse dos alunos, levando-os a participar de forma entusiasta e a envolverem-se numa competição saudável entre equipas.
2. O que se aprendeu?
Embora os resultados obtidos não tenham correspondido totalmente às expectativas do professor, a atividade possibilitou, em simultâneo, o desenvolvimento de outras competências igualmente ou até mais importantes, nomeadamente o trabalho em equipa, a motivação, a comunicação, a gestão do tempo e a utilização e partilha de ferramentas digitais.
3. Que relação há entre as duas coisas?
Existe uma relação direta entre o desafio proposto, a motivação dos alunos e a aprendizagem. O caráter desafiante e diferente da atividade contribuiu para aumentar o envolvimento dos alunos, criando condições para o desenvolvimento de aprendizagens e competências para além dos resultados inicialmente previstos.
Uma das melhores experiências de aprendizagem que tive como estudante foi a Pós-Graduação em Competências Digitais, que frequentei este ano.
Considero que esta experiência foi especialmente enriquecedora pelo facto de sermos um grupo constituído por várias pessoas que, inicialmente, não se conheciam, mas que partilhavam um objetivo comum e estavam disponíveis para se ajudar e apoiar mutuamente. As aulas decorreram totalmente online, com a participação e colaboração de várias universidades e de alunos com percursos pessoais e profissionais bastante diversificados.
Apesar de, inicialmente, sermos desconhecidos uns dos outros, formámos logo um grupo de trabalho que se manteve ao longo de todo o percurso académico. Optámos por continuar juntos em todas as aulas e atividades, o que nos permitiu conhecer-nos melhor, partilhar experiências, esclarecer dúvidas, ultrapassar dificuldades e apoiar-nos mutuamente.
Esta experiência foi além do contexto académico, uma vez que só nos conhecemos presencialmente na cerimónia de entrega dos certificados. Mesmo depois de terminada a Pós-Graduação, o grupo continua unido: mantemos o contacto diariamente, partilhamos ideias, informações, objetivos, experiências e até desabafos.
Para mim, esta experiência demonstra que a aprendizagem se torna mais significativa quando existe colaboração, partilha, entreajuda e um sentimento de pertença a um grupo com objetivos comuns.
Uma atividade de formação de que me orgulho aconteceu num contexto profissional anterior, quando reunia com colegas de trabalho para dinamizar momentos de formação e, simultaneamente, partilhar experiências.
O que tornava estes momentos particularmente ativos era a participação de todos. Não se tratava apenas de transmitir conhecimentos, mas sobretudo de criar um espaço onde cada pessoa pudesse partilhar as suas experiências, colocar dúvidas, expor dificuldades e apresentar diferentes formas de resolver determinadas situações.
A aprendizagem acontecia precisamente através dessas experiências e partilhas. As dúvidas colocadas pelos colegas permitiam-nos refletir em conjunto e, muitas vezes, encontrar novas respostas ou perspectivas para situações concretas do nosso dia a dia profissional.
Foi uma experiência que me mostrou que a formação pode ser muito mais enriquecedora quando existe participação ativa, diálogo e partilha de conhecimentos entre todos os envolvidos.
Não considero que tenha tido uma atividade verdadeiramente “ativa” que tenha corrido mal. Mesmo quando uma experiência não decorre exatamente como planeado ou não alcança os resultados esperados, considero que existe sempre algo que podemos retirar dela.
Cada experiência, positiva ou menos positiva, pode constituir uma oportunidade de aprendizagem, reflexão e crescimento. Os desafios e as dificuldades permitem-nos identificar o que podemos melhorar, repensar estratégias e encontrar novas formas de agir no futuro.
Por isso, prefiro encarar as experiências menos bem-sucedidas não como fracassos, mas como oportunidades para aprender e evoluir, tanto a nível pessoal como profissional.